Produção Acadêmica do GIG@/UFBA

Nossa produção acadêmica sobre Gênero, TIC e Software Livre

2018

GOLDSMAN, Marta Florencia. #LibertadParaBelen: Twitter e o debate sobre o aborto na ArgentinaDissertação – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2018.

REIS, Josemira; NATANSOHN, Graciela. Mulheres e TICs: mapeando mediações e repertórios de ação coletiva no Brasil Contemporâneo. IV Colóquio Latinoamericano Colonialidade/Decolonialidade do Poder /Saber/Ser. Salvador, 2018.

2017

BARROS, Thiane. Ciberfeminismos e superinclusões de gênero: a blogagem feminista e os deslocamentos interseccionais. 11º Fazendo Gênero/ 13º Women’s Worlds Congress. Florianópolis, 2017. (No prelo)

FERREIRA, Sérgio Rodrigo da Silva. Saberes localizados e a “escrita de si” de sujeitos trans em plataformas digitais. 11º Fazendo Gênero/ 13º Women’s Worlds Congress. Florianópolis, 2017.

FERREIRA, Sérgio Rodrigo da Silva. O direito ao manejo dos dados, a autodeterminação e a passabilidade trans: diálogos a partir de um relatoV Seminário Internacional Enlaçando Sexualidades. Salvador, 2017.

FERREIRA, Sérgio Rodrigo da Silva. Como estar (na pesquisa) diante de sujeitos trans? Seminário Internacional Desfazendo Gênero 3. Campo Grande, 2017.

FRANCISCO, Eduardo Pereira. A configuração comunicativa do YouTube em três dimensões (discursiva, audiovisual, mídia social): uma proposta metodológica para analisar a plataforma. XIII Encontro de estudos multidisciplinares em cultura (Enecult). Salvador, 2017. (No prelo)

FRANCISCO, Eduardo. Videografias de si: a produção de saberes no YouTube através dos relatos de si. V Seminário Internacional Enlaçando Sexualidades. Salvador, 2017. (No prelo)

GOLDSMAN, Marta Florencia. Miradas feministas para una crítica del internet-centrismo como mito de la era ciborg. 11º Fazendo Gênero/ 13º Women’s Worlds Congress. Florianópolis, 2017. (No prelo)

PAZ, Mônica de Sá Dantas. Ciclo de Palestras Computador e Ética na Sociedade Contemporânea – Departamento de Ciência da Computação da UFBA. Movimento de mulheres na comunidade software livre no Brasil. 2017. (Palestra).

PAZ, Mônica. Ciberfeminismos na comunidade software livre do Brasil. 11º Fazendo Gênero/ 13º Women’s Worlds Congress. Florianópolis, 2017. (No prelo)

REIS, Josemira. Feminismo por hashtags: as potencialidades e riscos tecidos pela rede. 11º Fazendo Gênero/ 13º Women’s Worlds Congress. Florianópolis, 2017. (No prelo)

REIS, Josemira; NATANSOHN, Graciela. Com quantas hashtags se constrói um movimento?: o que nos diz a “Primavera Feminista” brasileira. Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, v. 5, p. 113-130, 2017.

SILVEIRA,  Letícia. “Se baixarmos o ´volume´, não vão nos ouvir”: as apropriações do YouTube e a performance das mulheres ´crespas´ e ´cacheadas´. Dissertação – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2017.

2016

BASILIO, Javier. Lenguaje sexista en revista para hombres: un análisis de los estereotipos y arquetipos femeninos en el sitio web español GQ Magazine (Dissertação de Mestrado). Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2016.

BASILIO, Javier. Despersonificación de las mujeres en las revistas para hombres: un análisis de la representación femenina en el sitio de GQ Espana. In: II Congresso de Identidade Sexual e Gênero (1ª edição internacional), 2016, Belo Horizonte. Caderno de Resumos. Belo Horizonte: Initia Via, 2016. p. 329-333.

BASILIO, Javier. Da mulher em papel à mulher na rede: representação feminina no site da revista para homens GQ Espanha. In: Congresso Nacional do Intercom 2016, 2016, São Paulo. Anais do Congresso Nacional do Intercom 2016. v. 2. p. 1-15.

BASILIO, Javier. De damas a mujeres fatales: arquetipos femeninos en el sitio web de la revista masculina GQ España. In: Congreso Internacional de Comunicación y Género, 2016, Sevilha. Libro de Actas del Congreso Internacional de Comunicación y Género, 2016.

FERREIRA, S. R. S.; ROSEIRO, M. C. F. B. ; CACILHAS, A. Do lugar de que se fala: territorialidades discursivas sobre gênero e sexo nas redes. In: RODRIGUES, A.; MONZELI, G. A.; FERREIRA, S. R. S.. (Org.). A Política no Corpo: gêneros e sexualidade em disputa. 1ed. Vitória: Edufes, 2016, v. 1, p. 123-141.

GOLDSMAN, Florencia; NATANSOHN, Graciela. Violencia contra las mujeres en red, vigilancia y el derecho a la privacidad. IX Simpósio Nacional ABCiber. São Paulo, 2016. Disponível: Archive.org

NASCIMENTO, Jéssica. Estereótipos femininos nos jogos eletrônicos online: um estudo sobre representações de gênero em League of Legends. Trabalho de Conclusao de Curso (Monografia) – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2016.

PAZ, Mônica de Sá Dantas. Privacidade e Facebook: reflexões e dicas de configuração (palestra). In: V CONGRAD – Congresso da Graduação do Centro Universitário da Bahia: cidadania, diversidade e acessibilidade. 22/11/2017, Campus Gilberto Gil, Salvador-BA.

SANTANA,  Juliana.  “Aqui eu grito tudo que sofro calada” – ‪#‎thinspiration: construção digital do corpo anorético feminino. Dissertação – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2016.

SILVEIRA, Leticia. Apropriações do YouTube na construção da identidade crespa e cacheada. Apresentação de trabalho – Congresso UFBA 70 anos. 2016.

2015

SANTANA, Juliana.. #Thinspiration: desafios de magreza anorética no Tumblr. In: XIII Seminário Internacional da Comunicação – Janelas para o mundo: telas do imaginário, 2015, Porto Alegre – RS. Seminário Internacional da Comunicação (13. : 2015 : Porto Alegre, RS), 2015.

SANTANA, Juliana. Ilustrando tabus: Reflexões sobre o projeto ?Mulheres? e a presença feminina no campo da ilustração. II Seminário Internacional Desfazendo Gênero. 2015.

PAZ,  Mônica de Sá Dantas. Mulheres e tecnologia: hackeando as relações de gênero na comunidade software livre do Brasil. Tese (doutorado) – Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2015.

PAZ, Mônica de Sá Dantas. Entre o movimento de mulheres da/nas TIC s e os feminismos: uma análise do grupo /MNT Mulheres na Tecnologia. Contemporanea (UFBA. Online), v. 13, p. 329-347, 2015.

NATANSOHN, Graciela. Por una agenda feminista para internet y las comunicaciones digitales. In PELÚCIO, Larissa (Org.) No emaranhado da rede – Gênero, sexualidade e mídia – desafios teóricos e metodológicos do presente. Baurú: UFSCar.

PAZ, Mônica de Sá Dantas. O Software Livre enquanto Bandeira do Movimento de Mulheres na TI. IN: Workshop de Software Livre – Porto Alegre, 9-10/07/2015.

2014

ALENCAR, M. T. . Para além dos livros: O feminismo no contexto da cibercultura no Brasil. In: II Confibercom – Congresso de Comunicação Ibero Americana, 2014, Braga, Portugal. Anais do II Confibercom, 2014.

NATANSOHN, Graciela. Mulheres e uso das TIC, algumas reflexões metodológicas. In: Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Foz do Iguaçu, PR – 2 a 5/9/2014.

NATANSHON, Graciela. Por una agenda feminista para internet y las comunicaciones digitales. In: III Congreso Género y Sociedad: voces, cuerpos y derechos en disputa, 2014, Córdoba, Argentina, 24 a 26 de setembro de 2014.

Ciclo de Palestras Computador e Ética na Sociedade Contemporânea – Departamento de Ciência da Computação da UFBA.Mulheres na Computação. 2014. (Palestra).

2013

BRUNET, Karla S. ; NATANSOHN, L. Graciela. Cultura digital e práticas femininas: Labdug, relato de uma experiência. In: NATANSOHN, Graciela. (Org.). Internet em código feminino. Teorias e práticas. Ed. revista e ampliada.. 2ed.Buenos Aires: La Crujía, 2013, v. 1, p. 163-170.

NATANSOHN, L. Graciela (Org.). Internet en código femenino. Teorías y prácticas. 1. ed. Buenos Aires: La Crujía, 2013. v. 1.

NATANSOHN, L. Graciela (Org.). Internet em código feminino. Teorias e práticas. Edição revista e ampliada. 2. ed. Buenos Aires: La Crujía, 2013. v. 1.

NATANSOHN, L. Graciela. Introducción: Qué tienen que ver las tecnologías digitales con el género?. In: NATANSOHN, Graciela. (Org.). Internet en código femenino. Teorías y prácticas. 1ed.Buenos Aires: La Crujía, 2013, v. 1, p. 15-38.

NATANSOHN, L. Graciela. Introdução: O que tem a ver as TIC com o gênero?. In: NATANSOHN, Graciela. (Org.). Internet em código feminino. Teorias e práticas. Edição revista e ampliada. 2ed.Buenos Aires: La Crujía, 2013, v. 1, p. 5-25.

NATANSOHN, L. Graciela ; WOLFART, G. . Tecnologia ainda é coisa de homem, mas isto está mudando. Entrevista a Graciela Natansohn. Revista do Instituto Humanitas Unisinos, Sao Leopoldo, RS, 17 jun. 2013.

PAZ, M. S. D. . A divisão digital de gênero no movimento software livre do Brasil. In: NATANSOHN, Graciela. (Org.). Internet em código feminino. Teorias e práticas. Ed. revista e ampliada.. 2ed. Buenos Aires: La Crujía, 2013, v. 1, p.151-162

ROCHA, Bruna; SANTOS, Tamila dos; ALENCAR, Marcella; FARIAS, Leidiane Alves de. O Ciberfeminismo desencantado. Resenha de NATANSOHN, Graciela. (Org.). Internet em código feminino. Teorias e práticas. Ed. revista e ampliada.. 2ed.Buenos Aires: La Crujía, 2013. In:Revista Feminismos, Vol.1, N.3, Set. – Dez. 2013, Disponível em: <www.feminismos.neim.ufba.br>.

2012

NATANSOHN, L. Graciela . Tecnologia e sexismo: os desafios da inclusão digital. In: XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras(es) sobre mulheres e relações de gênero, 2012, Salvador. Caderno de Resumos: Estudos Feministas e de Gênero e as Matrizes de Desigualdades: Sexismo, Racismo e Lesbo-Homofobia. Salvador: NEIM/UFBA, 2012. v. 1.

NATANSOHN, L. Graciela . Gênero e TIC: presenças e ausências. In: Conferencia Regional UC ICA, 2012, Santiago. Conferencia Regional UC ICA, 2012.

NATANSOHN, L. Graciela ; BRUNET, K. S. ; PAZ, M. S. D. . A cultura digital: uma questão de gênero. In: IX ALAIC – Congreso Latinoamericano de Onvestigadores de la Comunicación, 2012, Montevideu. IX ALAIC – Associação Latinoamericada de investigadores de la Comunicación, 2012.

PAZ, M. S. D. . Gênero e Comunidade Software Livre Brasileira: considerações iniciais. In: XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras(es) sobre mulheres e relações de gênero, 2012, Salvador. Caderno de Resumos: Estudos Feministas e de Gênero e as Matrizes de Desigualdades: Sexismo, Racismo e Lesbo-Homofobia. Salvador: NEIM/UFBA, 2012. v. 1.

PAZ, M. S. D. . Gênero e o movimento software livre no Brasil: conhecendo alguns grupos de mulheres. In: V Congresso de Estudantes de Pós-graduação em Comunicação, 2012 Niterói. ANAIS do V Congresso de Estudantes de Pós-graduação em Comunicação, 2012.

PAZ, M. S. D. . Controvérsias da cadeia produtiva do Software Livre na perspectiva da Teoria Ator-Rede. In: VI Simpósio Nacional da Abciber, 2012, Novo Hamburgo. In: VI Simpósio Nacional da Abciber – Entreternimento Digital, Anais 2012, 2012.

2011

NATANSOHN, L. Graciela; BRUNET, Karla S. . No mundo da tecnologia, há uma brecha digital de gênero, raça e classe. In: Folha de Sao Paulo, São Paulo, 16 mar. 2011.

NATANSOHN, Graciela; BRUNET, Karla Schuch; PAZ, Mônica Dantas. Mulheres na Cultura Digital: perspectivas e desafios. In:Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – XIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste. Maceió – AL – 15 a 17 de junho 2011. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2011/lista_area_DT07.htm

2010

BRUNET, Karla S. ; NATANSOHN, L. Graciela . Ciberfeminismo, LabDebug e práticas artísticas. In: ABCiber, 2010, Rio de Janeiro. Anais do ABCiber, 2010.

NATANSOHN, L. Graciela ; BRUNET, Karla S. . Ciberespacio y Mujeres, una tierra en transe. In: Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, v. VI, p. 170-181, 2010.

PRETTO, N. L. ; BONILLA, M. H. ; SANTANA, F. A. ; GONCALVES, B. ; MELLO, H. ; PAZ, M. S. D. . Soluções em software livre para rádio web. In: Nelson De Luca Pretto, Sandra Pereira Tosta. (Org.). Do MEB à WEB: o rádio na Educação. 1ed.Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010, v. 1, p. 151-173.

Sobre o Autor

Mônica Paz é doutoranda e mestre (2010) pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na linha de pesquisa sobre Cibercultura, da FACOM/UFBA. Bacharel em Ciência da Computação pelo DCC/IM/UFBA (2007). Entusiasta do movimento Software Livre, já colaborou com a comunidade baiana desse movimento em alguns de seus eventos.